Acessa BH apresenta “SURDA”,  protagonizado por Benedita Casé Zerbini

Acessa BH apresenta “SURDA”,  protagonizado por Benedita Casé Zerbini

A experiência de perceber o mundo se transformando à medida que a audição vai embora é o ponto de partida de “SURDA”, espetáculo protagonizado por Benedita Casé Zerbini, que chega a Belo Horizonte como um dos destaques da sexta edição do Festival Acessa BH. Com dramaturgia autobiográfica de Julia Spadaccini e direção de Debora Lamm, a montagem narra a história de uma mulher às voltas com a perda da sua audição. A trama mostra flashes desse processo e os impactos causados tanto no seu núcleo familiar, afetivo e profissional, quanto no ambiente público. A única apresentação acontece no dia 12 de setembro, sábado, às 20h, no Centro Cultural Unimed-BH Minas, seguida de um bate-papo com o público. O espetáculo conta com a intérprete de Libras Diana Dantas e legendas em tempo real.

Benedita Casé Zerbini é uma profissional multifacetada no campo audiovisual, atuando como diretora, roteirista, atriz e palestrante. Faz sua estreia nos palcos com o espetáculo “SURDA”. A montagem inaugura sua presença nos palcos e amplia uma trajetória artística já marcada pelo diálogo entre diferentes linguagens, ao abordar a experiência da surdez com sensibilidade e potência. Antes da estreia teatral, ela protagonizou o filme “90 Decibéis”, exibido em diversos festivais e com lançamento previsto para 2026 no Globoplay.

Debora Lamm acumula mais de 40 espetáculos como atriz e diretora teatral. Integrante e fundadora da Cia OmondÉ, fez diversos personagens no cinema, incluindo as protagonistas de “Muita Calma Nessa Hora”, “Seja o Que Deus Quiser”, “Como é Cruel Viver Assim”. É uma das protagonistas das séries “Todo Dia a Mesma Noite” e “Juntas e Separadas”. Na TV Globo, atuou em diversas séries e novelas com diversos diretores. Já esteve à frente de quinze montagens teatrais que lhe renderam indicações e prêmios, sendo as mais recentes “Gostava mais dos Pais” com Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho, “Férias” de Jô Bilac com Drica Moraes e Fábio Assunção, que dirigiu juntamente com Enrique Diaz e “Toda Donzela tem um pai que é uma Fera” de Glaucio Gil.

Julia Spadaccini é autora de mais de 20 peças teatrais. Indicada aos prêmios Shell (2012) APTR, CESGRANRIO (2013) e vencedora do prêmio Fita (2013) e prêmio Shell como melhor autora carioca (2013) pela peça “A Porta da Frente”. Uma das autoras da peça “PI”, dirigida por Bia Lessa e vencedora do prêmio APCA de melhor espetáculo. Em 2024 foi indicada ao prêmio Shell com a peça “Meu Corpo Está Aqui” e ao prêmio APTR de teatro. Na TV foi roteirista das duas temporadas da série “Segunda Chamada” (Rede Globo 2019/2020), do programa “Tapas e Beijos” (Rede Globo, 2013-2015), da série “Oscar freire 279” (Multishow, 2011); do programa “Aprender a Empreender” (Canal Futura, 2010); “Básico” e “Quase Anônimos” (Multishow, 2009).

FICHA TÉCNICA

Texto: Julia Spadaccini / Direção: Debora Lamm / Elenco: Benedita Casé Zerbini / Intérprete de Libras: Diana Dantas / Direção de movimento e Colaboração Artística: Cristina Moura/ Assistência de direção: Laura Araújo/ Preparação vocal: Leila Mendes/ Cenografia: Aurora dos Campos/ Projeções e vídeos: Camilla Lapa/ Figurinos: Carla Costa/ Trilha Musical: Dany Roland / Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni/ Técnico operador de Luz: Victor Tavares / Técnico operador de vídeo e som: João Guilherme Benna / Fotógrafo: Rodrigo Menezes /Designer gráfico: Brunella Provvidente/ Pesquisa dramatúrgica: Marcia Brasil/ Direção de produção: Dadá Maia/ Produção: Ciranda de 3 Trupe Produções

FESTIVAL ACESSA BH

Maior evento dedicado à cultura DEF no Brasil, o Festival Acessa BH realiza sua sexta edição entre os dias 4 e 27 de setembro de 2026, reunindo artistas de seis estados brasileiros e uma atração internacional do Reino Unido em cerca de 30 atividades entre espetáculos, performances, sessões de cinema comentadas, oficinas, rodas de conversa e lançamentos de livros. Nesta edição, a curadoria do Festival feita por Daniel Vitral Lais Vitral, propõe um recorte da produção contemporânea da cultura DEF no Brasil e no exterior, reunindo artistas, companhias e obras que investigam a deficiência como experiência estética, política e artística por meio da dança, do teatro, da performance, do cinema e da literatura.

O Festival Acessa BH conta com a apresentação da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (CA 2024.3809.0356), patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo e da MGS por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Conta, ainda, com a parceria Do British Council, Immersive Arts, Unlimited, Dada, ZU-UK, Instituto Dragão do Mar, Hub Cultural Porto Dragão, Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e apoio da Funarte MG, Centro Cultural Unimed-BH Minas, Cine Theatro Brasil, Memorial Minas Gerais Vale, Instituto Cultural Vale, MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal e Mercure Hotels. Uma realização da Vitral Bureau Cultural, Lais Vitral e Ministério da Cultura – Governo Federal.

SERVIÇO

FESTIVAL ACESSA BH 2026 – 6ª EDIÇÃO – SURDA

Classificação: 12 anos –  Duração 60 minutos

Data: 12/09/2026, sábado, às 20:00h

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/125080/d/405676 ou na bilheteria do teatro

SETOR 1 – R$ 150,00 (inteira) / R$ 75,00 (meia entrada)

SETOR 2 – R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia entrada)

Local: Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas = Rua da Bahia 2244 – Lourdes

Vendas: Sympla ou bilheteria do teatro

Bilheteria: (031) 3516.1360

Acessibilidade: Física, Libras, Audiodescrição, Legenda em tempo real

Disponibilização de abafadores de ruído para pessoas neurodivergentes

Ingressos gratuitos para pessoas com deficiência e respectivos acompanhantes podem ser solicitados pelo e-mail festival.acessa@gmail.com (ingressos limitados).

Daniel Stone é repórter fotográfico com DRT, com sólida experiência na cobertura de shows e eventos. Atua também na fotografia de eventos sociais e ensaios fotográficos, destacando-se pelo olhar atento e pela capacidade de registrar emoções autênticas.

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