Festival Chacoalha celebra 10 anos de história com noites especiais na Autêntica
Criado pela Híbrido Comunicação e Cultura, o Chacoalha celebra 10 anos de trajetória em 2025 com quatro datas especiais na Autêntica. Depois de Seun Kuti e Bonde do Dub convida Núbia abrindo a programação; o projeto continua com Yago Opróprio e Mac Júlia convida Afronta, dia 21 de novembro; O Kanalha e Swing Safafo convida Augusta Barna, dia 29 de novembro, e fechando a programação, dia 6 de dezembro, Evinha e Luiza Brina convida Julia Guedes.
Nesta edição, o Chacoalha reitera a proposta que seguiu ao longo dos 10 anos: movimentar a cena cultural criando conexões entre bandas e artistas de Belo Horizonte, do Brasil e do mundo. A seleção de atrações de diferentes locais, alcances e propostas musicais guia a curadoria do projeto e cria uma programação plural que conversa com diferentes públicos.
O Chacoalha tem patrocínio da Vivo, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e apoio da Trace.
PROGRAMAÇÃO
Sexta, 21 de novembro
A poesia urbana de Yago Opróprio também é atração do Chacoalha. O artista apresenta um som que mistura a música periférica de São Paulo com a latino-americana, que imprime ritmo e singularidade às suas criações.
Quem abre a noite é a rapper e funkeira de BH Mac Júlia com seu som carregado de versos marcantes. Com passagens por grandes festivais, como Primavera Sound e REP Festival, a artista é reconhecida por cantar sobre liberdade do corpo, desejo e força da mulher periférica. Ela recebe AFRONTA, que chega representando o hip hop do Espírito Santo e a comunidade LGBTQIAPN+.
Sábado, 29 de novembro
Revelação da nova geração do pagode baiano, O Kanalha traz seu swing que vem conquistando o Brasil com hits como “O Baiano tem o Molho” e “Fraquinha”. Para completar a vibe dançante da noite, a banda do bloco Swing Safado completa o line-up com a energia que faz arrastar multidões no Carnaval de Belo Horizonte. O grupo representa o pagodão “à mineira”, trazendo ainda muito funk e axé à Autêntica. Quem se junta à trupe belo-horizontina é a cantora e compositora Augusta Barna, que se destaca na cena atual mineira com sua voz e performances marcantes.
Sábado, 6 de dezembro
Evinha fecha a programação de 10 anos do Chacoalha, com sucessos que embalaram os anos 1960 e 1970 no Brasil. A cantora ganhou notoriedade na Jovem Guarda, como vocalista do Trio Esperança, e agora acaba de ser indicada ao Grammy com a canção “Só Quero Ver”, em parceria com BK, reconectando-se com as novas gerações.
Quem completa o line-up é a mineira Luiza Brina, que alcança reconhecimento internacional com seu novo disco “Prece”, o único brasileiro a integrar a lista dos 50 Melhores do Ano pela NPR. A artista recebe outra mineira no palco, Julia Guedes, multiartista neta de Beto Guedes, vencedora do BDMG Jovem Instrumentista 2023 e uma das promess
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as da nova música de Minas Gerais
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